A Palavra Amiga
Hugo Cezar Messias

 


Um amigo de verdade, não tem preço; uma palavra amiga, também não! Portanto, nosso trabalho, de levar conforto às pessoas, é totalmente gratuito.

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COLUNA PALAVRA AMIGA
Hugo Cezar Messias

 

DIA DA MULHER?


Discordo do festejo às Mulheres em um dia especial. Porque Elas merecem homenagens todos os dias e em “todos os momentos”por meio do respeito, da delicadeza e da ajuda do homem nos afazeres domésticos e profissionais.” Enfim, honrá-las sempre; seja namorada, amásia, amiga ou esposa.

Se os homens dessem às mulheres real valor, eles fariam diariamente homenagens às mulheres por atitudes e comportamentos cujo primeiríssimo labor é a fidelidade. Infelizmente não é assim. Ressalvem-se raras exceções. Para compensar as graves fraquezas masculinas, nós, ao menos, devemos ser gentis, carinhosos, atenciosos, respeitar os hábitos femininos; lembrar o dia do casamento, do aniversário,  respeitar o amor que elas têm pelos familiares dela e deixarem-nas livres nas suas atividades, especialmente quando profissionais, fora do maçante afã doméstico que, mesmo trabalhando fora, não abandonam a dedicação ao lar e à família.

Quem disse que o trabalho doméstico, inclusive com os filhos, é de responsabilidade única da mulher? Quantos homens servem domesticamente? Quem de nós lembra que a mulher está incluída na Lei Divina “Amai e perdoai seus semelhantes”, ou, “Não faça a outrem o que não quer que te façam? Ou, “Amar ao próximo como a ti mesmo?” Sobretudo, são nossas  irmãs.

Qual homem perdoaria a traição,diante da natureza“machista”, se os direitos são iguais? Talvez as causas da traição não


estariam muitas vezes no próprio companheiro? Gente, “Não há efeito sem causa!” O que ocorre entre quatro paredes? Claro: um erro não justifica o outro, mas...! Consideremos que às vezes ocorre o contrário, no entanto é bem mais raro. Há muitas mulheres que, no auge da juventude, torna-se viúva ou divorciada e mesmo assim mantém a fidelidade.

Uma das mais importantes leis civis codificadas é a da  liberação da mulher: “direitos e obrigações iguais.”. O ditador doméstico acabou. Pena que não é totalmente respeitada.

A mulher com dois filhos, na verdade tem três, porque, comumente, dá assistência e cuida do marido como se filho fosse.

O homem com simples dor de dente cai na cama como morto. A mulher, estando grávida ou doente está no tanque de  roupas e fazendo os afazeres domésticos

HOMEM-- dito sexo forte?—Uma pinóia, como se diz popularmente. Enfim, nascemos de uma delas !    

Machistas: odeiem-me. Rezarei por nós, afinal, tenho um passado...! Mas, estou no presente !

 


MALES DO INFORTÚNIO

 

A infelicidade quando chega, traz, em sua companhia, outras adversidades que desgastam o homem, física e psiquicamente; enfermidades diversas; a depressão ocasionando a perda de rumo no andamento da vida.

O suceder do sofrimento, às vezes, arrebenta as resistências emocionais, embora o valor moral de quem os experimenta.

A constituição orgânica, ou seja, os órgãos formadores do corpo, suporta esforço que tem um limite, desarticulando, desequilibrando quando ultrapassa o limite.

Assim estabelecido, pensa-se que as ocorrências ruins tombam sobre o ser humano, desatreladas, arrasadoras, sem nenhum conhecimento das leis que preservam o equilíbrio. Assim como o descumprimento da ordem ”Conheça-te a ti mesmo”.

A vida quando encarada nas suas causas reais dá uma visão diferente do que resultam as apressadas análises dos seus efeitos.

 

Os fenômenos humanos são experiências que ensinam, fortalecem, oferecem valores proporcionando superação dos limites impostos pelas circunstâncias corporais e preparando o ser para voar mais alto e conquistar nobres virtudes. Boas ações e comportamentos apreciáveis

Diante de grande dor a morte parece ser “a coisa pior que pode acontecer a alguém”, o ponto mais alto de qualquer dissabor, se bem enfrentado o teste, eis que aí ela se torna a melhor coisa que pode suceder, porque encerra com êxito um ciclo de aprendizagem. Isto, se a morte não for provocada por quem está sendo testado.

A loucura que advém como conseqüência de uma grande tensão, como efeito de repetidos infortúnios; enquadra-se na programação da necessidade de melhorar-se na bondade, na moral, nos conhecimentos. O destrambelho é na aparelhagem da alma, pois, nela está o mal que reflete como desconcertos no corpo. Daí descompensa a maquinaria cerebral...!

 

 

 

 

MUDE - Texto de Clarice Lispector e Edson Marques  



Mude!

 

 

O ESCÂNDALO

 

O Evangelho afirma que o “escândalo é necessário”, todavia, lamenta a situação de quem o promove. Pois, quem o faz será alcançado pelos dispositivos da própria justiça.

No entanto, se o causador do escândalo se entregar às ações do bem; ao esforço pelo auto-aprimoramento, às lutas em favor da harmonia pessoal e do próximo, contribuem para minorar as marcas negativas do erro aliviando as dores das conseqüências.

O arrependimento é uma atitude emocional que abre espaço para a ação do desejo de mudança de comportamento.

Os bons propósitos fazem o estabelecimento do programa de futuras realizações, que mostram a verdade da qualidade dos planos de renovação.

Por isso, o arrependimento é pouco diante das faltas. Ele só é válido pela demonstração do equivocado se este, mediante esforço aplicado na recomposição do esquema danificado, ou seja, do dano causado, o fizer por sinceras e nobres atitudes para a restauração do equilíbrio destruído. Inclui-se nisso, a preponderância da perseverança no caminho do bem e não mais praticar erro semelhante. De nada vale a confissão de

 

pecados se em seguida retorna-se aos mesmos erros. Deus quer nosso esforço para melhorarmo-nos; a dedicação pela renúncia de antigos hábitos e colocar no lugar deles as ações caridosas; não revidar o mal recebido; não guardar rancor; dar uma palavra amiga ao sofredor; levar alegria aos idosos solitários, orar àqueles que não gostam de nós; aos invejosos; tentar ver no pedinte o seu pai, seu irmão, sua mãe, um amigo de outrora; orar pelos enfermos; agradecer a Deus todos os dias por incontáveis coisas boas que Ele nos dá, mesmo diante dos pecados, de apegos à matéria. Seria ótimo se abandonássemos a luxúria, o egoísmo, o orgulho e a vaidade. Fazer com que todos gostem de nós; não deixar de desejar o bem aos que promovem ingratidão; que não valorizam nossos procedimentos e atenções; sermos simpáticos, serviçais, agir com humildade diante daquele que se acha superior a nós, mas que passam por tolos que nada sabem. O arrependido é perdoado, mas quando tem, ou passa-se a ter esses sentimentos que elevam o homem e os coloca na condição angelical.

Somos pecadores, mas devemos fixar o que Jesus disse: “Eu te reconhecerei por tuas obras”. Não importa a religião, nossa e a dos outros. Todos somos irmãos.

 


SACRIFÍCIOS QUE COMPENSAM

 

O sacrifício pessoal é o preço do acesso aos caminhos da grande luz (Bezerra de Menezes)

Lendo a epígrafe acima logo lembramos a palavra “RENÚNCIA”.

Sim, mas renunciar algo que gostamos não é o mesmo que “desprezar”, Desprezo é falta de estima ou desdém. Tudo é obra do Altíssimo. O desprezo é desagradável a Deus; é ausência de amor às coisas e ao próximo.

Renunciar, neste caso, é deixar de possuir algo que tínhamos ou queríamos ter; o que a ilusão dos sonhadores ou gananciosos pensam que lhes faria felizes. Depois vêem que se enganaram.

A renúncia a que me refiro, é a que se faz por  causas nobres; que engrandecem o espírito e nos aproxima de Deus. É trocar prazeres momentâneos pelo tesouro que iremos saborear na vida futura. Quando falo “vida futura” refiro-me à vida pós-morte, a eternidade, em local onde os renunciantes terão o galardão

 

divino. No plano espiritual serão regiamente gratificados. Quem prefere prazeres terrenos e nada renuncia recebe a recompensa adiantadamente, na Terra, mas no Céu nenhum prêmio os espera.

Claro que a caridade que fazemos é colocada na balança de Deus. 

A caridade que falo não é a esmola humilhante que damos em público para receber elogios, ou seja, com ostentação. A ajuda é válida se for oculta; sem orgulho nem vaidade não importando a religião do beneficiado; é sentir piedade no coração. A mais valiosa é a caridade moral! Por exemplo: suportarmos uns aos outros; não fazer a ninguém o que não queremos que nos façam; saber enxergar e ajudar nas misérias ocultas, não noticiadas como as grandes catástrofes. Silenciar quanto às coisas desagradáveis que ouvimos. Não revidar quem nos odeia e orar por eles. Não criticar nem julgar ninguém. A caridade é extensa. Parece difícil, mas não impossível.

 

 


O VALOR DA VIDA

 

A vida é concessão de Deus que a maioria dos homens não tem sabido valorizar.

Cada experiência é um lastro de segurança para uma nova etapa, na qual, o ser se promove ganhando sabedoria e superando os instintos agressivos que lhe serviram de sustentação e defesa na fase primária do seu processo evolutivo.

As oportunidades, por isso mesmo, tem, como meta prioritária, o desenvolvimento da inteligência por meio da conquista do conhecimento e a sublimação dos sentimentos pelas realizações do amor conforme prescrição de Jesus.

Viver, no corpo, é um desafio que a todos cumpre aceitar valorizando o tempo numa aprendizagem incessante, que resultará em aquisição da plenitude interior.

Os compromissos com a vida são de natureza edificante: resgate dos erros pretéritos, mediante a imposição do sofrimento ou pela realização do bem e aprimoramento dos valores ético-morais que lhe proporcionam a elevação espiritual.

A cada fracasso a repetição da experiência faz-se inevitável, até que se fixem os resultados iluminativos na consciência eterna de cada indivíduo.

A marcha é lenta, enquanto o ser não escolhe por viver a verdade que o fascina, mas deixa para depois, preferindo o impulso das paixões primitivas, colocando o prazer desgastante no lugar da emoção enobrecida; que engrandece.

Por isso, o homem deve escolher a vivência dos deveres de engrandecimento espiritual próprio e da comunidade.

A elevação é, portanto, árdua. Encontramo-nos nas dificuldades e problemas criados por nós mesmos, e que devem ser resolvidos. A paralisação é atraso na marcha da evolução espiritual de cada um. É preciso o sacrifício pessoal como a dor, as renúncias, etc, para atingir a meta que nos aguarda.

“Ajuda-te e o Céu te ajudará” (Jesus).

 

 

A FORÇA DA MENTE

 

Cuidemos com o que pensamos.

A mente é um ímã que irradia energias quanto atrai vibrações semelhantes, fixando idéias ou liberando raios de vário teor que atingem sintonias iguais, produzindo reações equivalentes.

Antena poderosa, capta e transmite impulsos vibratórios de tom específico, que se implantam no comportamento emocional produzindo equilíbrio ou distonia (equilibra ou desequilibra), conforme a intensidade como a qualidade da mensagem de que nos fazemos portadores.

Instrumento sutil da alma, por onde transitam e sofrem as contingências desse mecanismo, de que o cérebro se faz o órgão físico que lhe atende as altas finalidades do existir em crescimento superior.

Como vivemos cercados de mentes viciadas, no mundo dos mortos e dos vivos, por ser maior o número de pessoas primitivas, nossa preferência, moral e mental, leva-nos à convivência delas, se nosso sentimento se afina com essas

 

disposições, cujas emanações mentais nos envolvem. Se escolhermos idéias e pensamentos nobres e positivos, como os da bondade, da prece, dos agradecimentos, da boa leitura, da palavra sem julgamentos nem críticas, mas sim palavras amigas; de honestidade, sinceridade etc, entramos em sintonia com almas felizes, as quais passam a compartilhar dos nossos desejos inspirando-nos a nos elevar para mais perto de Deus, além de estarmos protegidos de males diversos, assim como doenças e acidentes que podem ser evitados.

Semelhante ao aparelho de rádio podemos captar a boa ou a má estação que transmite numa ou noutra faixa de onda. Ligando-se à emissora que envia mensagem idêntica e se encontra espalhada no éter; no espaço.

O mundo mental reflete a vida de cada um que, por sua vez, se torna modelador das ocorrências no campo do comportamento.

Por isso, “Somos o que pensamos”, diz o escritor Joseph Murphy.

 

 

 

A CRÍTICA 2 - SOMOS DIFERENTES?

 

Continuando o texto “A crítica”, digo o que todos sabem, e o que muitos fazem, como está no texto anterior.

Não somos diferentes dos administradores públicos. Somos comuns. Nossos erros não repercutem na mídia da Terra. Mas a mídia espiritual, embora silenciosa, espalha mais rápido. Nossas ações não se perdem no éter. Ondas magnéticas levam informações de nós aos registros do Juiz Universal. Seremos cobrados. Se Deus permite que soframos injustiças é porque as merecemos, pois, Ele é justo e perfeito. Não entendemos Seus desígnios. Se anjos fôssemos estaríamos no Céu e não aqui.

Não compramos a vida nem a morte, muito menos os justiceiros do Céu.

Neste mundo não ouvimos a mídia universal, mas ouviremos após a morte a qual ignoramos quando virá.

No outro lado desta frágil vida ouviremos nossas condenações. A alma ouve por todos os lados, quando aqui tapamos ouvidos com as mãos.

Ninguém leva bens materiais, mas pode partir com malas de

 

virtudes e paz para sempre. Colhemos aqui e no mundo espiritual, aquilo que plantamos. Lá teremos mansões ou casebres, depende do material que enviamos.

Nossas mentes emanam materialismo, inveja, orgulho e vaidade. Envenenamos a atmosfera contribuindo com  desastres ecológicos que crescem assustadoramente.

A ordem divina é orar pelos flagelados das enchentes, dos terremotos, das tempestades, e, pelos ricos e corruptos e dar pão a quem tem fome. Isso é caridade. É indulgência; é ser cristão.

A prece e a gratidão pelo muito que temos, ao contrário das críticas e julgamentos, é nosso escudo protetor; é a única arma que vence o mal, do qual fazemos parte. Violentamos a moral alheia. Violência gera violência. Podemos crer que estamos agindo errado. Reflitamos sobre isso.             

A Verdade dói em nós.

Mas alguém tem que dizê-la.

 

 

A CRÍTICA 1 - SOMOS DIFERENTES?

 

Amigos “cristãos”:

Censurar é violentar pessoas por critérios de caráter moral ou político; é antecipar julgamentos e condenações.--.Somos juízes?—ou santos...?

Nesta época o hábito de julgar e condenar corruptos e outros deslizes, deles ou de alguém, já virou dogma. Denegrimos figuras que são nossos irmãos, queiramos ou não!

No templo, ouvimos o bom pregador. Lá vestíamos roupas angelicais. Aqui fora nos damos aos bate papos. Daí apagamos a luz que Deus deitou sobre nós. Os temas se repetem. Setas venenosas apontam aos políticos, aos detentores de cargos públicos e aos comuns. Não escapa ninguém. Quem gosta de ser criticado, ou violentado?

O que Deus pensa disso? qual a consequência dessa atitude  no Tribunal de Jesus? Ele tudo vê--- e conhece nossas almas melhor que nós. Reflitamos logo sobre isso, pois, pode não dar tempo!... A morte chega sem prévio aviso!

 

 

Depois, o grupo se espalha e os falatórios multiplicam-se.  

Infringimos a lei divina que é muito maior que as legislações dos políticos.

Quem nunca errou que atire a primeira pedra.

Quantos de nós ofertamos valores ao policial rodoviário? Isso, no Código Penal, chama-se corrupção ativa. E as graves fraquezas que operamos por aí? --e as comissões para subtrair lucros dos concorrentes, mesmo sabendo que o sol nasceu para todos? e as extorsões pela agiotagem, ao invés de salvar alguém da falência sem juros extorsivos? onde há ética e fraternidade? e o dinheirinho para facilitar algo em nosso benefício, que perante o Código Divino chama-se grave profanação egoística? – Deus é Pai, não deixa faltar pão aos justos!—

Onde está a ética e a fraternidade?

 

 


ANDRAJO

 

Andrajo é roupa esfarrapada, pano velho, rasgado.

Pessoas finas e bem trajadas atraem olhares. No entanto, não possuímos visão “raio x”, ou algo similar, para enxergar a roupagem das almas e dos corações. Fosse possível, nos surpreenderíamos com brilhos e cores de alguns; outros nos assustariam pelos contrastes entre a roupagem externa e a interna, ou seja, do corpo e da alma. Encontraríamos mendigos fétidos, horríveis, porém belíssimos por dentro. Maior surpresa seria nos deparar com pessoas ricas, finas e elegantes, portadoras de títulos nobilíssimos, doutores em alguma ciência, completamente lindos por fora e por dentro. E, para contrastar ainda mais, veríamos um miserável pedinte de alma mais feia que a roupa externa e vice-versa. Nem tudo que reluz é ouro.

Tomemos cuidado ao julgar ou pensar algo de alguém. Julgam-se ainda mais, quando o erro foi de pessoa de nível popular, daí, tal fracasso chama nossa atenção e se espalha largamente, então a crítica e o julgamento crescem e o fato é aumentado de boca em boca. Esses pecam mais que o primeiro. Devemos lembrar, que Deus mais valoriza é o “coração de cada um”.

Pessoa de bem erra por fraqueza, mas não peca com intenção. Não notamos se é um arrependido querendo se renovar e se redimir com Deus e com a sociedade. Ignoramos a luta interior

 

que cada um tem, na tentativa de vencer a si próprio; as más tendências; ser melhor repondo com caridade sentida a arrebanhar virtudes a bem dos semelhantes. O homem bom reza pelos que atiram-lhe pedras.  

Os outros são o que nossos olhos e nossas mentes veem  e pensam, mas Deus tudo vê e anota.

Os justos pensam nos porquês que levam uma pessoa a fazer ou a ser o que é. Só os não egoístas e virtuosos têm tal sensibilidade. Estes lembram do primeiro e do segundo mandamentos da Lei Divina.

O interpelado pelo mendigo logo o julga: --nada dou! Vai gastar em bebida! O dever cristão é ajudar em vez de julgar. O infeliz merece no mínimo um bom conselho. O indulgente de bom senso, imagina que ali pode estar Jesus disfarçado a nos testar. Ele disse: “Nem todo aquele que diz Senhor, Senhor entrará no Reino, mas sim o que faz a vontade do meu Pai que está no Céu”.

Religiões, seitas, instituições só salvam se cada um cumprir os deveres cristãos. Ou, o Mestre nos dirá: “Afasta-te! Não te conheço”!

 

 


A GENTILEZA


Gentileza é mais uma das virtudes coloridas que podemos ter. É, também, amabilidade, sutileza, cortesia, cautela, civilidade, prudência, delicadeza, respeito, dignidade.

O gentil espontaneo demonstra fineza e coração nobre. Tem bondade e moral educativa; espalha confiança, sensibilidade, bem estar, bons costumes, educação, exemplos. Ganha a simpatia de todos.

Alguém é gentil por ensinamento ou por tendência inata. Faz isso pelo prazer de proporcionar o bem a quem quer que seja. A pessoa gentil não é egoísta. Vigora em si o simples desejo de facilitar a vida alheia mais do que a sua. Nisso incluem-se pequenas atitudes, mas de valor incalculável.

Alguém parou previamente o carro para o pedestre passar. O passageiro indagou: por que parar se nesta esquina não tem faixa? O motorista respondeu: a faixa está ou não, no bom senso de cada um desde antes da lei de trânsito que dá preferência aos pedestres. Dar carona, dizer “oi”, mesmo aos estranhos, reciclar o lixo, dar atenção aos idosos, ajudar a empurrar um carro danificado, etc. Deus registra tudo no livro das nossas vidas. Portanto, um singelo bom gesto é também uma grande caridade.   

 


Por vezes, circunstâncias infelizes impedem a amabilidade. Igual a tudo, a tolerância também tem limite. Todavia após o incidente, o gentil mantém sua virtude, pois, ela está na sua natureza íntima.

Os mais equilibrados tem controle de ímpetos indesejáveis. Esses estão em alto nível na moralidade social.

Temos muitas oportunidades de dar testemunhos cristãos. Aproveitemos. Nosso último instante de vida pode estar a um segundo. Depois iremos prestar contas no Tribunal de Jesus.

Orar faz bem; evangelho no lar, missas e cultos são necessários, mas o Mestre disse que nos reconhecerá por nossas obras.

É louvável lembrarmos sempre do primeiro e do segundo Mandamentos Divinos.

A exemplo de Zaqueu, nos arrependemos de erros passados; daí se dá a nossa conversão.

“Pedi e Obtereis” (Jesus).


A FELICIDADE É OPCIONAL


Amigos: aprendi que a caridade, a fé e a renúncia elevam as almas e consolam sofridos corações; promovem paz, esperança e alegria.

Muitas lágrimas poderiam ser evitadas. O planeta está perturbado, pessoas estão aflitas e os homens, erroneamente, aproximam ainda mais o final dos tempos (Apocalipse de S. João).

Nobres construções de virtudes, no campo espiritual, não são feitas à semelhança do Grande Arquiteto, nem do Seu chefe de obras, Jesus.

Vivendo em sintonia com o excessivo materialismo, a população não contata com a Energia Superior. A desarmonia em ondas de estações inferiores predomina em grande parte da humanidade.

A solidariedade entre os homens supera outros sentimentos, assim como o grande amor entre um homem e uma mulher, pois, no Céu ninguém se dá em casamento. Espírito não tem sexo; todos são iguais nas esferas do Criador. Não existe uma Deusa. Deus é uno; é homem e mulher ao mesmo tempo. Com a morte do corpo, o espírito entenderá que é a imagem e semelhança de Deus. Ele quer que cada um dê felicidade ao outro entregando o seu destino a Ele.

 


Sofre-se a perda de alguém. No entanto, ninguém perde ninguém como se um dia houvesse achado, assim como a  qualquer objeto. Nada é de ninguém; ninguém é de ninguém; tudo e todos são do Pai.

Deixamos de ver e de sentir alguém que partiu desta vida, mas sabemos que isso é temporário. Quem se foi festeja o reencontro com os que já partiram para o mundo invisível e, pela fé, os que ficam percebem a existência deles, embora não os vejam na carne. O contrário disso seria maldade. Deus não faria isso com seus filhos. Ele é extremamente bom e justo. Logicamente nos dá o direito a reencontros após a morte. É questão de Fé.

O Pai não erra; não joga dados, Ele é exato, disse Albert Einstein.

Quem realmente ama se sacrifica para que alguém viva. Não há morte, mas sim eterna vida nos Recantos do Senhor. Minha casa tem muitas moradas, disse Ele. O Universo é a Sua e a nossa casa. Senão, por que vivemos? Qual o sentido da vida?

Jesus quer que todos tenham olhos de ver e ouvidos de ouvir para entender isso.  

Amém ! É semelhante a amém !...

 

PENA DE MORTE


“Morte à morte”(Victor Hugo,1876)

Quando os homens estiverem mais esclarecidos, a pena de morte será completamente abolida sobre a Terra. Os homens não terão mais necessidade de serem julgados pelos homens. Falo de uma época ainda bem distante de nós, mas já nos deparamos com o início dessa realidade, pois que vários países já baniram a pena de morte. Os Estados Unidos possuem códigos penais distintos a cada estado, mas os governadores pedem aos legisladores e ao Presidente para banir totalmente essa pena. Alguns deles, como Texas e Nova Jersey ainda mantém a pena. O fatos nos mostram que a tendência é a de cair em desuso no mundo todo. A China é o país que mais mata por condenação. Portugal, terceiro país da Europa a eliminar essa lei. República Romana foi a primeira em 1849.

Observemos o quinto mandamento Divino e concluímos: a pena capital fere e contradiz a Lei do Amor, ao contrário da Lei de Talião-- Olho por olho, dente por dente-- (Código de Hamurabi, 1780 a.C). É, portanto, imperfeita a lei da pena de morte, aliás, como tantas outras. O homem evolui, suas leis também, e, lentamente, se aproxima da Lei do Sublime Legislador.

No Brasil há exemplos evolutivos como a lei de direitos e deveres iguais da mulher; a abolição da escravatura; a discriminação racial; a exclusão da penhora de bens de família constante no atual Código Civil; a lei protetora de menores contra a violência; direitos iguais aos deficientes; a legalização

 


da união estável aos não casados no civil, mas que vivem maritalmente, também chamados amásios, promovendo-lhes direitos, deveres e garantias, inclusive os direitos sobre bens; a livre escolha na adoção do sobrenome do marido e vice-versa.

Aos poucos vamos trocando a degeneração pela civilização. O homem caminha para a Verdade Libertadora (Jesus).

As leis, por vezes, evoluem voltando no tempo, pois, o matrimônio civil, em cartório, passou a existir em 1891, mas, antes disso, os casais já tinham certos direitos.

 O quinto mandamento não dá prerrogativas. Por exemplo: só pode matar se a ofensa for muito drástica. Ou, só pode matar animais. A lei é taxativa! Não matar !

Há outros meios para nos preservar do perigo senão o de matar. Aliás, é preciso abrir ao criminoso a porta do arrependimento, e não fechá-la.

Finalizando, há incontáveis mortes por condenação de inocentes. Pensemos: “  Se um deles fosse nosso filho, nosso pai ou nosso amado amigo?...  

 

O DIA DO DENTISTA – 29 de outubro


Tecnicamente, odontólogo, derivado de odontologia, especialidade paramédica que se dedica ao estudo e tratamento dos dentes e suas afecções é, popularmente, denominado dentista, ou cirurgião-dentista.

Antigamente, por falta de dentistas graduados, existiam, no interior, dentistas práticos, embora muito precários. Depois foram, por lei, proibidos de atuar, assim como o antigo advogado que era chamado rábula por não ter cursado Direito.

Considerado pai da odontologia moderna, o francês Pierre Fauchard (1728), revolucionou a odontologia por seus vastos conhecimentos, novas técnicas e aparelhos que criou.

Elias Rosenthal, de saudosa memória, lançou um livro sobre a história da odontologia no Brasil.

Em 1600, quem atuava como dentista, sem consentimento do cirurgião-mor, uma autoridade de nome Mestre Gil punia os infratores.

José Joaquim da Silva Xavier, Tiradentes (1746-1792), mártir da Independência do Brasil, era dentista como seu pai, com quem aprendeu a profissão. Tiradentes foi um artista, tirava dentes com sutil ligeireza e ornava a boca do paciente com novos dentes feitos por ele mesmo. Não havia tratamento de canais, mas sim obturações utilizando chumbo.

 


O Brasil muito deve aos vários doutores franceses e norte-americanos, formados em odontologia, que se erradicaram no Brasil trazendo consigo suas técnicas e conhecimentos.

Um dos primeiros a receber a carta de profissão foi o francês Eugenio Frederico Guertin, em 1820. Formou-se na Faculdade de Odontologia de Paris.

Conta-se que o termo “dentista” iniciou-se no Brasil por constar esse vocábulo em documentos encontrados no reinado.

Coisas bizarras são mencionadas, como o costume de amarrar o paciente para a extração de dentes, pois a anestesia demoraria a existir.

Vale a pena pesquisar no Google e conhecer mais sobre isso.

Tenha, essa nobre profissão, o nome que seja. A verdade é que os dentistas merecem enaltecimentos e nossas sinceras homenagens.

Parabéns, senhores dentistas!

 


O HOMEM DE BEM


Recentemente publiquei neste periódico, o tema CARIDADE. Sem dúvida, a caridade é principal virtude que nos faz lembrar do querido Nazareno, Jesus (ver Carta de S. Paulo aos Corintos, Cap. XIII).

O espaço daquela coluna impede explanar a amplitude que a virtude da caridade alcança. Aliás, não há no mundo, espaço suportável para escrever da abrangência desse assunto.

Infelizmente, há quem pense que a caridade se resume nas moedinhas dadas nas ruas, aliás, por vezes, humilhantes, embora boas pessoas não consigam negar qualquer tipo de ajuda. Isso é lindo, pois o fazem de coração.

Mentalmente voltando no tempo, até o início da Igreja fundada pelo Mestre, deparamos com uma casa socorrista à beira do caminho. Ali, os apóstolos davam assistência de variadas formas aos andarilhos, leprosos e, enfim, pobres miseráveis, nossos irmãos.

Simultaneamente aos socorros prestados, os apóstolos pregavam o Cristianismo; descreviam Jesus, como Ele era, como viveu; as curas que fez e as mensagens de amor que divulgou. Todos ficavam maravilhados, e alguns dos socorridos, por gratidão e amor, ali permaneciam ajudando os incansáveis soldados de Cristo.

O tempo rolou por centenas de anos. Surgiram inúmeras instituições religiosas, placas de diversas denominações. A maioria prossegue, cada uma com seus dogmas diferentes,

 


simbolismos e costumes. Assim como os homens são, invariavelmente filhos da Criação, suas crenças e doutrinas também.

No entanto, o homem, individualmente, pelo livre arbítrio que Deus lhe deu, tem o dever de tentar imitar Jesus, afinal, Ele afirmou que só se chega ao Pai por meio Dele. Amor ao próximo, Caridade (sentida) com todos; Fé, Esperança (Verdade Libertadora), não importando a placa da sua religião.

O Padre, desta comunidade católica, que por coincidência é Francisco, lembra-nos o amado e bondoso São Francisco de Assis.

Padre Francisco sustenta um albergue próximo ao Templo da Igreja. Está aí um exemplo de que toda a verdade, os Evangelhos e os bons Profetas estão no interior do próprio homem. “Conheça-te a ti mesmo” disse Jesus.

O homem é aquilo que ele pensa, sentenciou o escritor Joseph Murphy.

Zaqueu era odiado por ser materialista e cobrador de impostos, mas, convertido pelo Mestre doou suas riquezas aos pobres e fundou várias Igrejas. Deus perdoa o arrependido e promove nova oportunidade. Por isso Ele é chamado de Pai.

É difícil, mas devemos tentar nos corrigir e imitar Jesus. Nunca é tarde demais para arrependermo-nos e recomeçar uma vivência mais pura (Pedi e obtereis, disse Ele).

 


A CARIDADE

 

O mundo tem laços de verdadeira aspereza e falsa doçura, dores certas, alegrias incertas; um trabalho rude; um repouso inquieto; coisas cheias de miséria e uma esperança vazia de felicidade (
Hermes).


No entanto, caro leitor, a esperança de felicidade, no presente e no futuro, não é vazia àqueles que observam o primeiro e o segundo mandamentos da Lei de Deus. Não é possível amar a Deus sem amar ao próximo; é a prova màxima que podemos dar de que amamos Deus. O que fizermos ao próximo fazemos a Deus. Não podendo amar a Deus, nem praticar a caridade, todos os deveres do homem se resumem nesta máxima: “Fora da caridade não há salvação”. Toda a lei e todos os profetas se resumem nos dois primeiros mandamentos.

Lendo-se a Carta de S. Paulo aos Corintos (cap. XIII, vv. 1 a 7 e 33), entendemos o que é a autêntica caridade. Ela está acima da fé.

A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é

 

 

 


invejosa; não é temerária nem precipitada; não se enche de orgulho; não é desdenhosa; não cuida dos seus interesses; não se agasta nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade (Cristo); tudo suporta; tudo crê; tudo espera; tudo sofre.

Estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade, permanecem, mas, dentre elas, a mais excelente é a caridade.

A rainha das caridades é a mais difícil: “perdoar ofensas”. Deus conhece nossas limitações; Ele sabe quão difícil é amar um inimigo. Ele quer que revidemos o mal com o bem. Só assim o Poder Divino arranca mágoas do nosso coração.

 

 

A ETERNIDADE DA VIDA

 

Deus nada oculta do homem. Ele quer que busquemos a compreensão pela fé.

A quem tem fé não há mistérios; a fé nos revela qual direção seguiremos.  

A busca da compreensão nos impele à observação. Meditando pedimos a verdade libertadora prometida pelo Nazareno: “Procurai e achareis”. O mal é o apego ao materialismo. Ideal é partir daqui sabendo o que vem depois; nós vamos, os bens ficam. Muitos se matam por eles ao invés de arrebanhar bens espirituais. Por que vivemos? Qual o sentido da vida? Saberemos só após a morte? Não!... Pela fé saberemos tudo ainda nesta vida. A fé é mãe da esperança e da caridade. “Pedi e obtereis”/ É só dando que se recebe (Jesus)”

A religiosidade é científica. A experiência também elimina dúvidas. Em todas as coisas vemos a perfeição de Deus. Desde a ancestralidade os homens sentem em si um sábio Criador. A ciência, hoje, esclarece realidades que eram mitos.

 

 

A própria vida corrobora com a fé. Sentimos diariamente os efeitos da Lei da Natureza: o corpo morre um pouco a cada instante, mas o espírito continua. A Lei Divina acena à ciência; esta, pela tecnologia, comprova a espiritualidade.

Aceitamos a psicobiologia, mas não assimilamos a natureza das coisas nem o significado do que nos ocorre. Algo íntimo nos fala da genialidade de Deus e nos prova o Seu amor. Não imaginamos qual é a Sua natureza.

Jesus nos diz que a alma vive post-mortem.

Espírito: energia científica que não entendemos. Diante da eternidade e do espaço infindável, uma vida inteira não passa de um minuto.

Nosso espírito foi criado, mas não morre; Deus é incriado e eterno. Viemos de Deus, mas somos imperfeitos. Por isso vivemos.   

Viver é entender que somos mortos, porque só se nasce quando se morre.

 

 


ANONÍMIA

 

Amigos, falaremos agora sobre um dos maiores males que assolam a sociedade: o anônimo que pratica males ocultamente e escrevem cartas anônimas.

O homem de bem vai à luta em campo aberto; à luz do dia mostrando as armas que tem.

O anônimo, ao contrário, ataca à noite, às escondidas, usando o punhal venenoso da ignomínia.

Notoriamente não devemos julgar, mas não vemos outra definição o anônimo é solerte, covarde, cruel ou demente; cria mentiras contra inocentes pelo prazer de difamar. Destrói famílias causando prejuízos morais e materiais, sofrimento e dor.

Coitado, deve ser incompetente, insignificante, leviano, desonesto; sofre com o sucesso dos outros. E não podendo se nivelar atira-lhes pedras pelo meio mais covarde: cartas anônimas ou delações cochichadas atrás de cortinas da indignidade.

 

 

Triste figura; isolado, sem amigos alimenta complexo de inferioridade. A inveja e a revolta acumula ódio e veneno chegando a paradoxos como o da raiva, rancor de todos e até, por vezes, ou por muito tempo, de pessoas que já foram suas benfeitoras.

Mas, como tudo na vida é causa ou consequência, a Lei Divina-, Justiça Suprema, mais cedo ou mais tarde o alcançará e punirá na exata medida de seus crimes.

Hugo Cezar Messias

Em tempo: quando nos propusemos a ajudar pessoas, por meio da “Palavra Amiga”, não tínhamos pretensões obscuras, e muito menos temos virtudes que estamos longe de possuir, mas sim, de transmitir a experiência que adquirimos com nossos erros praticados ao longo da vida e oferecer um ombro amigo a muitos sofredores deste mundo imperfeito.

 

 


PARADOXO ENTRE DEUS E O HOMEM


O diálogo de duas pessoas é impossível se um fala e o outro nada responde. Daí é monólogo. Um deles é surdo ou invisível. O que fala é louco por falar sozinho? Talvez, tenha visões de alguém que está ao seu lado?

A ciência espiritual e filósofos como Sócrates, Pitágoras e Kant afirmam que o “nada” não existe, logo, inteligências visíveis ou invisíveis veem quem fala e ouvem pensamentos.

Daí cremos que nunca estamos sozinhos.

Exercitar o pensamento é ter sensibilidade às coisas invisíveis. Podemos contatar com o mundo exterior. No etéreo há correios magnéticos; faz parte deles nosso anjo de guarda; leva mensagens pensadas e responde por Intuições; falamos com o espaço estando o corpo em repouso ou não.

 


A Lei da Natureza tem essa e outras cientificidades.  Podemos até nos deslocar em quando dormimos. Daí sonhamos.

“Só sei que nada sei” (Sócrates), então somos quase analfabetos. Para nós a verdade ainda é relativa. Tenhamos a fé pura ---; mãe da esperança e da caridade.

“Deus não joga dados com o Universo” (Einstein)-- Ele não conta com probabilidades; Ele é exato!...

“Ninguém é gênio; o que há é perseverança”, (Thomas Edson). Sem tais virtudes atrasamos nossa  evolução..

Devemos querer evoluir moral e culturalmente pelo livre arbítrio. O exemplo é o amor de Cristo. Deus, infinitamente bom e justo, é compreensivo e perdoador.

 

 

INTRODUÇÃO


Antes do prefácio dos livros de conteúdos científicos, filosóficos, religiosos e ciência do Direito, da minha biblioteca, costumo manuscrever o que abaixo se vê. O intento é incentivar pessoas ao saudável hábito da leitura.

“Abrir um livro é desvendar os olhos diante de um baú. Lê-lo é usufruir dos tesouros que o recheiam”.

DESCASO CULTURAL

Os desconhecimentos abrangentes, principalmente espirituais, convivem em perfeita harmonia com o egoísmo e o aviltante materialismo.

O resultado disso leva os homens às funestas consequências: às distonias físicas e psicológicas, à depressão; causam antagonismos e sofrimentos de variada ordem, inclusive à perda da memória.

 


O desinteresse em conhecer a si próprio é grave imprevidência que aumenta a distância entre o homem e Deus, da família e até de si próprio.

Incalculáveis tesouros, contidos nos livros, dormitam enclausurados; deterioram nas bibliotecas domésticas do descaso. Muitas delas na incabível função ornamental em ricas mansões, estas já apinhadas de outras negligências dos seus senhorios.

A ordem divina é:

“Amai-vos e instruí-vos!

'Ajuda-te e o céu te ajudará'”!