16/01/2019
 
Padre Jilliard fala sobre o início dos trabalhos na paróquia
A paróquia Imaculada Conceição de Mamborê recebeu, recentemente, o Pe. Jilliard Adolfo de Souza, para atuar como vigário paroquial. O Pe. Jilliard tem 36 anos de idade e 5 anos de ordenação presbiteral. Natural de Siqueira Campos, norte do Paraná, o sacerdote atuou na paróquia do Lar Paraná, em Campo Mourão, esteve por 4 meses nos Estados Unidos e 2 anos em Roma. Na Europa, o Pe. Jilliard cursou mestrado na área de Teologia Dogmática.

 

 
Pe. Jilliard Adolfo de Souza

Entrevista

   
Como estão os primeiros dias na paróquia?

Pe. Jilliard: Quando a gente acolhe uma designação do bispo a gente já vem com o coração esperançoso, acreditando assim que o envio de fato é feito por Deus e daí o bispo é aquele que, em nome de Deus, nos envia; é aquele que cuida da nossa vocação. Então as expectativas são sempre as maiores, justamente porque a gente acredita que esse é o campo de missão onde Deus está plantando a gente para desenvolver o serviço ministerial nesse tempo.

Como será o teu trabalho na paróquia de Mamborê?

Pe. Jilliard: Não há uma linha definida, específica; a gente precisa vir desarmado com relação a isso, até porque a função que eu vou exercer na paróquia é a de vigário. O vigário dá um auxílio sacramental, o atendimento às famílias e às pessoas. Nós trabalhamos em comunhão com o trabalho pastoral desenvolvido pelo pároco. Então as linhas de trabalho são delimitadas e pensadas pelo pároco, que administra a paróquia e vamos trabalhar em conjunto.

 

  Qual sua mensagem aos paroquianos?

Pe. Jilliard: Estamos aqui para somar forças; para trabalhar juntos. A Igreja não se faz só de padres e freiras; a Igreja somos todos nós. A Igreja é um Corpo Místico transcendente que ultrapassa a nossa dimensão meramente humana. Então nós somos uma Igreja que está unida ao Corpo de Cristo. O que eu espero de vocês é que possamos, juntos, buscar cumprir a vontade de Deus aqui na comunidade. A gente sabe que é Ele que vai à frente, que realiza todas as coisas e que nós somos meros instrumentos. Então, se cada um fizer a sua parte, o Reino de Deus vai acontecer. Quando a gente deixa só para um, só para outro, nós omitimos a nossa parte, a nossa parcela de participação no Corpo Místico de Cristo. Eu, como padre, quero caminhar junto com a comunidade.